The Librarians – 01×01 – And the Crown of King Arthur
| 09 Dez, 2014

The Librarians é uma das mais recentes estreias do mês de Dezembro, que mistura magia e história, e ainda alguma acção e aventura.

Começamos em Berlim, temos uma série de agentes especiais, que tentam apanhar dois criminosos. Uma das agentes, Eve Baird, consegue caçá-los, mas há uma “coisa” a apitar, uma bomba nuclear, e é então que nos aparece uma outra personagem, Flynn Carsen, bastante excêntrico, por sinal. Ali no meio há algo como um cryptex, e enquanto ele se dedica a isso, a agente tenta desactivar a bomba. O código para a desactivar é o mesmo que activa o cryptex, que esconde uma pedra. Antes de desaparecer, Flynn diz-lhe que sabia de tudo, porque é um librarian.

Passamos a Nova Iorque, no dia seguinte. Vemos um homem a querer falar com Flynn, mas não consegue pois é morto por uma outra personagem. Ainda assim, Flynn guarda um dos documentos que o outro tinha em sua posse.

Já em casa, Eve recebe uma carta. Mas esta não é uma carta qualquer, trata-se de uma carta mágica, oriunda da Metropolitan Public Library. Eve vai até lá, e fica abismada com o que vê, além de que voltamos a ter Flynn em cena, que não fica muito contente com a presença dela, que aparentemente, será a sua guardiã.

A biblioteca está cheia de magia, e até vemos o reflexo de um librarian, que já morreu, no espelho, falando com Eve. Ao informar Flynn que recebeu um envelope de recruta, os dois vão ver os envelopes enviados para outros candidatos a librarians.

Mais tarde, no hospital, somos apresentados a mais uma personagem, Cassandra Cillian, uma empregada da limpeza, que na verdade, é uma génio das ciências. Flynn diz-lhe para os acompanhar, e ela fá-lo prontamente.

Já em Geneva, mais um futuro librarian, este é Ezequiel Jones. Ezequiel não é tão santinho, estava num museu a tentar roubar uma adaga, e Flynn impede que ele seja apanhado, então, Ezequiel junta-se a ele.

Em Oklahoma, o cenário é num bar, uma das clientes, Lamia, é abordada por outro futuro librarian, Jake Stone, mas o encontro acaba em briga, e Eve aparece do nada e salva-o. Depois disto, os cinco librarians reunem-se na biblioteca, que vão explorando. Os três novatos tinham recebido cartas, mas cada um com as suas razões, não puderam comparecer à chamada. E a grande questão que se põe, é o regresso da magia (faz-me lembrar Once Upon a Time), só que Flynn não está muito interessado em ter companhia, mas os quatro estão decididos a ficar.

Saltamos para Munique, e voltamos a ver Lamia, que como já percebemos, não é flor que se cheire. No museu, Jake apercebe-se de que um dos quadros, o quadro que eles procuram, é falso. Eve, que já percebeu os planos de Lamia, trata de dar conta dos capangas dela.

À saída do museu, vêem um relógio solar, e ao observá-lo, deduzem que a coroa do Rei Artur é real, e estará escondida e enterrada na floresta negra. À medida que vão caminhando, descobrem um burial site, onde eram enterradas pessoas importantes, na época medieval, e Lamia anda por ali, de helicóptero.

Flynn prepara uma engenhoca para conseguir abrir o cofre que descobriram no burial site. Mais uma vez, é Eve quem anda à pancada, e Flynn e Ezequiel juntam-se-lhe, para vencerem Lamia. Os três fogem, enquanto o helicóptero explode graças a Ezequiel, e regressam para junto de Jake, que conseguiu abrir o cofre. Flynn retira a coroa, que vai para a biblioteca. Mas Lamia está de volta, e disposta a conseguir a relíquia. Assim, luta com Flynn e leva a melhor, espetando-lhe a excalibur no abdómen.

O episódio fica por aqui, sendo que o seu desfecho é dado no segundo capítulo. Para mim, The Librarians não se revelou uma boa aposta. Tinha as minhas expectativas mais elevadas, e com este primeiro episódio, acho que ficou um pouco aquém. Os efeitos são fracos, o desenrolar da história é atabalhoado, as personagens não têm dimensão, à excepção de Flynn, que é o único que tem mais destaque, mas ainda assim, gostei de Cassandra. Tornou-se um pouco aborrecido, e, sinceramente, suponho que vá ser um dos próximos cancelamentos.

 

Nota: 5,5/10

Beatriz Barroca

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