Seguindo a onde de pilotos que nos têm sidos apresentados nos últimos tempos, desta vez vamos nos focar no segundo spin-off de NCIS. Quando abriu um novo departamento NCIS em Los Angeles vimos que ele se focou mais na resolução de crimes ligados ao terrorismo, mas NCIS: New Orleans é muito mais parecido com o seu irmão mais velho.

Com a cidade do jazz como cenário, temos uma nova filial NCIS liderada pelo agente Dwayne Pride, que segue as bases do que estamos habituados a ver nas séries criminais dos EUA. Cada semana somos introduzidos num novo caso e com uma resolução “rápida”.

O primeiro caso que esta equipa tem para resolver por conta própria começa quando um pequeno grupo de pescadores encontra uma perna no meio de camarões recém-pescados. Obviamente o próximo passo é encontrar o resto do corpo, mas tudo leva a uma vítima que Pride desejava que não fosse. Trata-se de um marinheiro que seguiu esse caminho por sua influência e por quem tem, obviamente, um carinho especial.

A princípio tudo leva a crer que se tratou de um envolvimento de Calvin com gangues rivais de New Orleans. Mas no final ficamos a saber que afinal o motivo deste assassinato está relacionado com o contrabando de droga, grande clichê, mas tem ainda a mão do governador da cidade, como jogada política para tentar iniciar uma guerra entre os gangues e consequentemente gerar uma caçada. Pride declara-se como opositor a esta ideia e deve estar aqui a história de fundo que será desenvolvida ao longo da temporada.

Foi um episódio bastante agradável de ver, com uma pequena pitada de humor como já vem sendo normal neste franchise e com um cenário também é muito bonito. No entanto não considero nada de espetacular e é para mim é mais do mesmo. O fator diferenciador entres as restantes série criminais estará no tipo de casos apresentados. Como o público americano gosta deste tipo de séries acredito que venha a ter uma boa audiência e que seja renovada.

PS: Uma série passada na cidade do jazz seria de esperar um genérico a esse estilo. Mas não, tem estilo mais rock e isso apanhou-me desprevenido.

Nota: 7/10

Carlos Oliveira