Designated Survivor – 01×14 – Commander-in-Chief
| 02 Abr, 2017

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[Contém Spoilers]

Hannah e a sua equipa conseguem capturar Aaron durante o seu encontro com Charles. Ao ser interrogado, Aaron diz que nem sabia que Charles estava vivo e que não lhe disse muito, apenas que pediu que lhe fosse oferecido um acordo de imunidade em troca das suas declarações sobre o que aconteceu.

Tom decide conceder-lhe imunidade e Charles entrega-se. Durante o interrogatório, Charles conta a Hannah o que aconteceu. Ele conheceu uma mulher, Claudine Poyet, pela qual se apaixonou e com a qual manteve uma relação. Essa mulher começou a pedir-lhe informações sigilosas, até que lhe pediu para ver o documento que esquematizava a explosão do Capitólio. Charles mostra-se arrependido e quer compensar o mal que fez. Ao mostrar uma foto da mulher a Hannah, esta percebe que é  a mesma mulher que chantageou Atwood.

Foerstel mostra a Aaron o ficheiro da explosão do Capitólio, deixando-o totalmente surpreendido. É aqui que Aaron percebe o porquê de Emily andar a investigar as suas ligações. Aaron defende-se, dizendo que nunca tinha visto este ficheiro e que se soubesse teria tomado outra atitude. Aaron acaba por ser inocentado e libertado.

Tom fala diretamente com Charles e este conta-lhe que não estava no Capitólio no dia do State of the Union, porque nesse dia a tal mulher tinha-o forçado a tornar Tom o Designated Survivor. Charles acabou por não o fazer e, por isso, sofreu uma tentativa de assassinato nessa noite. Charles sobreviveu, mas teve de continuar a fugir quando percebeu que o Capitólio tinha acabado de explodir. Se Charles não tornou Tom o Designated Survivor, quem o fez? E porquê? Se bem que pelas palavras de Charles, Tom era o menos qualificado para a posição de Presidente dos EUA e, deste modo, o que causaria menos problemas no que quer que sejam os objetivos destas pessoas. O Presidente dá então a Hannah poderes totais para fazer a investigação por si só.

Tom encontra-se com o ex-Presidente Moss. A primeira conversa não corre muito bem, pois Moss acaba por não dizer a coisa mais simpática para Tom, dizendo-lhe que ele tem reagido e não liderado, Tom tem apenas respondido às situações, não as controla, e o Presidente da América não pode liderar o maior país do mundo desta maneira. Mas ao mesmo tempo diz-lhe que ele com o tempo que tem no cargo e a crise que atravessa até se tem portado bem.

O Presidente lida ainda com a situação em Naruba, com forças rebeldes a tomarem o país, matando inocentes. A situação não pode ser controlada pelas Nações Unidas, visto que a Rússia está a impedir essa intervenção. Os EUA definem então uma estratégia para parar essas forças rebeldes, mas, momentos antes do ataque, quinze civis americanos presentes em Naruba são feitos reféns pelas forças rebeldes. O ataque tem que ser abortado para não matarem inocentes americanos. Tom fica com um dilema em mãos: matar quinze inocentes americanos ou deixar que as forças rebeldes matem cem mil inocentes em Naruba. Com a ajuda de Moss, Tom consegue salvar os quinze americanos, mas através de um acordo de não atacar as forças rebeldes. Tom, porém, tem uma alternativa para impedir a invasão da capital de Naruba pelas forças rebeldes através da destruição de infraestruturas essenciais para a entrada na capital.

Aaron apresenta ainda a sua demissão de Chief of Staff, mesmo contra a vontade de Tom, e Tom convida Moss para seu Secretário de Estado.

Episódio que não fez a história evoluir muito. As declarações de Charles apenas foram importantes para descobrir quem era a misteriosa mulher e até que ponto é que as pessoas por detrás do ataque ao Capitólio estão “infiltradas” na estrutura do governo americano. Foram levantadas apenas mais questões sobre a importância de quererem que Tom fosse o Designated Survivor.

David Pereira

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