Quantico – 01×16 – Clue
| 07 Abr, 2016

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Este artigo pode conter SPOILERS!

Parece que os exercícios sem resolução voltaram, e que os agentes em treino têm dificuldade em perceber se Liam está – mais uma vez – a gozar com a cara deles. Mas voltando ao tema central deste episódio…

Hannah Wyland tornou-se membro oficial da equipa Parrish. Como tal, o cargo de inquisidor ficou aberto e Ryan aceitou-o de braços abertos.  Ainda assim, todo o estado nervoso em que fiquei no último episódio foi apagado e trocado por uma espécie de raiva. No último episódio ficámos com a impressão de que os desenvolvimentos relativamente ao plano do que Tate chama A Voz teriam um avanço considerável neste. E o que na realidade foi este episódio? Uma espécie de filler. 

Se começarmos pela reutilização do conceito de exercício sem resposta, uma espécie de tentativa de ensino do conceito da humildade. Porque se pensarmos bem, num caso de atentado terrorista, será a humildade que impedirá o dito. Onde a Alex, mais uma vez, é a líder de todos os seus camaradas e tenta carregá-los – quase às costas – durante o exercício todo. Mas deixando o passado de parte e focando-me na parte que mais me irritou no episódio: o plano da Voz.

Todos nós percebemos que o plano seria assassinar a senadora Claire Haas, mas o episódio não se focou tanto numa real investigação do que poderá ser a agenda da Voz. Assistimos mais à especialíssima agente especial Wyland a aprontar umas atrás das outras. Para além disso,  o único sinal de que estamos a falar de agentes especiais do FBI foi quando Booth percebeu que Parrish estará a tramar alguma. Até a situação em que Hannah dispara para o ar para conseguir, assim, perceber se alguém ligado à Voz estaria presente foi muito mal executada. Principalmente pelo rapidíssimo tempo de ação das forças de segurança da senadora em prender a mais especial agente do FBI.

Mas continuando, todo o suspense que senti no final do último episódio faleceu nos primeiros 15 minutos deste e apenas foi ressuscitado no final, quando Tate descobre que o plano não seria matar a senadora, mas roubar um laboratório que sofreu com o dispositivo que – e aqui é de frisar que gostaria de perceber como algo que cabe num envelope tem tanta potência – desligou todos os aparelhos eletrónicos.

Apesar de existirem cenas no episódio que foram um desenvolvimento para algumas personagens, a história em si não sofreu quase nenhuma evolução. O facto de sermos obrigados a assistir a fillers deixou-me muito chateado!

Tiago Cortinhal

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