Chicago Fire – 03×09 – Arrest in Transit
| 29 Nov, 2014

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03×09 – Arrest in Transit

03×09 – Arrest in Transit

Chegamos ao nono episódio de Chicago Fire e esta semana a série registou um dos valores mais baixos de sempre no que diz respeito a audiências. Confesso que estes valores me surpreendem um pouco, pois acho que a série tem apresentado episódios de grande nível, com boas histórias. E parece-me um pouco cedo para se atingir o ponto de saturação que uma série com uma temática destas possa alcançar. Melhores dias virão, certamente.

O episódio desta semana arranca, uma vez mais, com o romance de Severide com Brittany. Começo a ficar cada vez mais convencido que a relação é para durar. Lá se vão as apostas dos bombeiros! O casalinho já partilha a dor que os assombra e tudo. Aparentemente, no acidente que vitimou a irmã de Brittanny, era mesmo a senhora Severide que estava a conduzir o carro. Daí a culpa misturada com a intensa dor.
Bom, mas como casal, está a ganhar forma! Quer dizer, estava! Quando as coisas começavam a ficar cada vez mais consistentes, ambos chegam à conclusão que Brittany tem de ir embora para estar com a sua família e lidar com a dor da perda da irmã. Confesso que já estava a achar piada à presença da moça. Mas pode ser que não seja um “adeus”. Pode ser que seja um “até já”.

Quanto a Joe Cruz, começa a evidenciar um fraquinho pela paramédica Brett. Inicialmente pensei que era apenas por causa da troca de “segredos”. O problema é que Brett não está na mesma sintonia. Aliás, ainda há bem pouco tempo, ela pareceu-me incomodada com a relação de Severide. Mas pode ser que saia dali alguma coisa. Não entre ela e Severide. O Cruz!

No que diz respeito às emergências, continuamos a inovar. Um camião começa a verter um ácido altamente corrosivo e a equipa tem de evitar que todo o conteúdo da cisterna vá parar à rua e, paralelamente, têm de proteger a área. E aqui, Gabby volta a surpreender. Na hora de improvisar, a recruta foi fantástica! O problema é que ela desobedeceu ordens, nomeadamente em relação a questões de segurança. Claro que isto trás à tona a relação da recruta com o seu tenente, supostamente desconhecida para a maior parte das pessoas. Especialmente fora do quartel. Tal como seria de esperar, Boden encostou Casey à parede para que este repreendesse a recruta. É caso para dizer que o bombeiro entrou com tudo. Não discutiu, não levantou a voz. Mas o que disse deixou Gabby de rastos. E alerta, claro. Agora começam a surgir os problemas na separação entre o trabalho e a relação amorosa. Depois da reprimenda, não dá para chegar a casa e fazer de conta que está tudo bem. Pelo menos, para Casey, as coisas não funcionam assim. E pioram quando entra no Molly’s e vê Mills com a mão na mão da namorada. É desta que a relação vai ser testada!

Entretanto, durante um salvamento aparentemente bem sucedido, o paciente acaba por perder a vida a caminho do hospital. Mills ficou completamente destroçado, pois tinha tranquilizado o pai da vítima minutos antes. O pai, “Papa” Lullo, é um conhecido mafioso da cidade de Chicago. E nisto, já estava Lullo à porta do quartel a ameaçar de morte o paramédico, culpando-o pelo que aconteceu ao filho.

Ainda houve espaço para um sarilho que Mouch arranjou ao “combinar” um jantar com a sua oftalmologista. Ora, toda a gente concorda que a sargento Platt não deve ser enganada. Não é por ser errado. É mesmo por não ser seguro!

Nota: 8/10

Ricardo Almeida

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