Grey’s Anatomy – 11×11 – All I Could Do Was Cry
| 17 Fev, 2015
8

11×11 – All I Could Do Was Cry

 

[Contém spoilers]

Neste momento, April e Jackson continuam a ser o centro do enredo de Grey’s Anatomy. O bebé tem osteogénese imperfeita tipo 2 (o mais grave) e mesmo na barriga da mãe, é provável que já possua fraturas. Impõe-se que decidam o que fazer, mas não sabem e Catherine Avery chega para ajudá-los a perceber o próximo passo a dar. Tudo culmina na decisão deles de induzirem o parto (às 24 e semanas? sim, acho que foi isso) e segurarem o bebé nos braços até ele morrer. E o bebé é tão, mas tão pequenino! Foi triste, mas tinha de ser. Sem esquecer que tivemos ainda a reaproximação de Richard e Catherine.

Toda esta situação do casal leva ao sentimento de solidariedade por parte dos colegas e ao longo do episódio pudemos ver muitos dos médicos irem até à capela do hospital acenderem uma velinha por eles.

Já agora, Amelia é católica? Anyway, mais relevante é esta sua ‘aproximação’ a Owen, ao contar-lhe que o bebé dela também tinha morrido (nem me lembrem dessa cena, que é capaz de ter sido a coisa mais deprimente de sempre em Private Practice). Depois de ler rumores na internet sobre uma possibilidade (ainda que remota, porque na Shondaland qualquer coisa pode acontecer) de que Owen e Callie pudessem ser algo mais do que amigos, ainda bem que Amelia e ele se estão a aproximar, porque… Não, ele e a Callie não, por favor! O Owen já traiu a Cristina e a Callie não precisa de outro traidor na vida dela! Sorry, mas há muito que não me armava em advogada de defesa da Callie.

Voltando a Amelia, ela continua a mostrar o seu valor como cirurgiã, a resolver o impossível, a procurar mais; a Dr.ª Herman tem muita sorte em tê-la. Espero mesmo que a Amelia a consiga salvar porque se não conseguir, não sei o que isso significará para a personagem e não quero vê-la mergulhar em caminhos perigosos de novo. Stephanie também começa a perceber que Amelia torna o impossível possível e aprende a lição de que enquanto não interiorizar que o papel de um cirurgião passa por aí, talvez não mereça ser uma.

Callie e Bailey ficaram com um caso de uma paciente que levou um tiro do marido acidentalmente (foi mesmo acidentalmente!) e ficou em bastante mau estado, teve de ser levada para o bloco de operações e aí descobriram que ela estava grávida. A mulher estava incrivelmente grávida, mas tinha tentado engravidar durante muito tempo sem sucesso, estava convencida de que não conseguiria nunca ter um filho e eis que tem essa incrível surpresa! E Callie acabou a fazer um parto e ela delicia-se com essas coisas fofas.

Meredith é a responsável pelos momentos cómicos do episódio, quando se lembra de cravar toda a gente para ficar com a Zola e o Bailey para ela ir a DC ter um fim de semana escaldante com Derek. Melhor que isso, descobrimos que Cristina ficava várias vezes com Zola, mas ao sinal da primeira fralda suja entregava-a a Owen e ele é que acabava por tomar conta da menina. Cristina being Cristina! Quem acabou por se oferecer foi Maggie, que adora crianças, e as crianças a ela. E eu também adoro Maggie, acho que ela veio acrescentar algo de interessante à série e é uma personagem muito fácil de se gostar. Fico a torcer para que ela e Meredith se tornem realmente próximas.

O episódio mantém o bom nível do anterior, mas espero que na próxima semana tenhamos histórias diferentes. Gosto de variedade.

 Nota: 7,5/10

 

Diana Sampaio.

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