2x08 - The Things We Bury

2×08 – The Things We Bury

CONTÉM SPOILERS.

Caríssimos, muitas coisas aconteceram neste episódio (e desde já perdoem-me a demora em saber pô-lo em letras)! Vamos por partes hoje, pode ser?

Para ser sincera, este foi um episódio que me deixou ainda mais confusa relativamente à natureza dos irmãos Ward.

Não, a sério, nem sei bem o que pensar. A capacidade genial do Grant em tirar aquela confissão do seu irmão deixou-me meio… como dizer… abananada?! No final de tudo – uma cena super emotiva em que finalmente Christian confessa ter sido ele a forçar o Ward a matar o Thomas – continuo sem perceber a verdadeira natureza e personalidade dele. Adorei termos conhecido, de certa forma, uma parte de tudo o que ele é e da razão pela qual ele é assim. Leva-me, de certa forma, a crer que ele é super controlado e facilmente obsessivo graças a este distúrbio de personalidade que ele tem/lhe foi causado desde miudo.

Paralelamente a esta cena – que depressa se resolveu (juro que pensei que ía demorar mais tempo) – temos uma história para contar sobre o passado de Whitehall.

Começando com a captura que Ward fez ao braço direito de Whitehall, é a vez de Bobbi entrar em acção. Esta personagem é espetacular: toda a abordagem dela no interrogatório foi genial. Escusou-se de ser rude, escusou-se de ser vulgar. Com uma manobra muito simples de perfeita psicologia invertida e observação corporal, foi capaz de quebrar o amigo que praticamente se suicidou de tão leal que era a sua causa. E é nesta altura que a Hydra assusta: Ora uns são ‘brainwashed’ ora outros são cegamente leais. Perigoso!

A partir deste interrogatório, somos levados ao passado de Whitehall – afinal quem é ele?! Associassões ao Red Skull são feitas e a Agent Carter volta novamente a ser mencionada como ponto de partida para toda esta situação. E não foi em bom termos mais uns flashbacks da altura dela? Estou ansiosa para que a série comece, mas isso são refeições para outras festas!

Curiosamente descobrem que o Whitehall e o Red Skull são a mesma pessoa e que, graças a uma cultura que ele outrora torturou com os seus testes (porque ela era capaz de tocar no Obelisco sem morrer), quando envelheceu, descobriu com a ajuda da sua Hydra – que o ajudou também a escapar da prisão em que ele supostamente ía ficar pela vida toda – ainda existir uma rapariga que se mantinha igual e portanto tinha capacidades de rejuvenescer. Eventualmente, imortalidade.

Assim Whitehall fez testes, descobriu a fórmula, torturou, desmanchou, desmembrou e esventrou a rapariga e fez-se novo outra vez, assumindo a sua entidade americana com a qual o conhecemos agora.

 Nisto ele desfaz-se do corpo dela e qual não é o espanto quando vemos o pai da Skye a segurá-la e eis que conhecemos finalmente a mãe da Skye! Toda uma história que esta rapariga tem em seu redor. Desde o início da primeira temporada que temos sido picados com a história dela e finalmente está a chegar – e tudo parece relacionado com esta história da cidade perdida e do dito obeslico!

Com tanta informação de cada vez em cada um destes episódios, as coisas parecem estar a tomar um rumo: será que finalmente vamos descobrir a verdadeira origem de Skye? (e porque é que ela não reagiu ao GH325?) Parece que tudo se ficará a saber quando a equipa SHIELD encontrar a dita cidade perdida.

Alguns pontos para comentarem aqui conosco:

  • Afinal o pai da Skye está a aliar-se ao Whitehall para se vingar dele! Assim parece…
  • E agora que o Ward se aliou à SHIELD: vai virar-se contra eles ou vai manter a sua palavra com a Skye e ajudá-los?
  • Finalmente voltámos a ver o Tripp com a equipa toda em acção!
  • Fitz parece estar a melhorar sozinho! Fiquei mesmo contente de ver que o Coulson confia nele para cumprir o seu trabalho!

E por último… «O nome dela não é Skye!»

E esta, hein?

NOTA: 9/10

Joana Pereira

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