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2×04 – I Will Face My Enemy

Mais um episódio de “Agents Of SHIELD” fantástico! Desta vez com um toque especial a MayxCoulson…

Vamos a isso? CONTÉM SPOILERS.

Parece que esta nossa história vai ganhando fio condutor aos poucos. Deixaram-nos um pouco confusos com esta história dos símbolos manhosos mas episódio atrás de episódio é mais um ‘connect the dot’ que nos dão e – upa – próximo nível!

As coisas aquecem no território dos artefactos estranhos: desta vez uma pintura com mais de meio século aparece num incêndio de uma Igreja completamente intacta. Qual não é o espanto, ou a falta dele, quando por detrás do mesmo quadro está um inteiro painel de símbolos manhosos, sim, daqueles que o Coulson anda a ‘desenhar’?

Claro que o Coulson faz disto missão e está na hora de ir buscar o dito cujo! Foi só adorável vê-lo a ele e à May juntos numa missão ‘undercover’ num baile de gala dedicado à caridade para a dita Igreja.

Como não podia deixar de ser, lá anda o nosso General Talbot envolvido… Ou será? Pois, é que aparentemente a Hydra anda a brincar com tecnologias SHIELD e a fazer máscaras esquisitas que fazem as pessoas parecerem outras… Claro que só no final de tudo é que percebemos que se tratava de um agente Hydra e não do verdadeiro General Talbot. Suspirei de alívio porque gosto de acreditar que aquela personagem antagónica vai aliar-se à SHIELD um dia destes…

Claro que antes de perceberem isto tudo, a ‘Team SHIELD’ é apanhada desprevenida e May acaba por ser ‘raptada’ por dois agentes Hydra. E oh-meu-deus, a cena de luta entra a May e a ‘Fake-May’ é genial! Confesso ser fã de apanhar erros nestas coisas: sabem, quando a cena não é real e sabemos que a atriz não está a lutar contra si própria… Mas gostei imenso da forma como a cena foi feita, passou bem despercebida. Vai uma salva de palmas para a equipa de produção?

Recusa-se Coulson a dizer à equipa que toda a missão foi de foro pessoal – ora não fosse, com toda a situação que ele está a passar – e mantém o seu segredo apenas com May. Também gostei imenso do fatalismo dele: o plano de contingência, por mais que a May deteste a ideia, passa por ela matá-lo, só para ele não ficar tão maluquinho como o John Garrett. Acham que chegamos a tanto?

Desta vez o resto das personagens não teve tanto tempo de antena, mas também podemos debruçar-nos um pouco sobre eles: O Ward parece que está arrependido, e já conseguiu dizer a Skye que sabe quem é o pai dela e que quer, um dia, contar-lhe tudo e mostrar-lhe tudo. Quanto tempo é que a Skye aguenta a pressão sem ceder? E por falar em Skye, não estava à espera destas atitudes da personagem mas estou a adorar que os guionistas/argumentistas estejam a mantê-la fiel às suas inseguranças e a fazê-la passar por fria nesta história toda com o Ward.

Parece que o Fitz finalmente está a melhorar. Fazemos uma festa? Ri-me tanto na cena final em que ele se junta à equipa masculina para uma cerveja e ‘disparata’ factos aleatórios sobre si próprio… é nesta altura que vemos o quanto ele e a Simmons eram chegados, como só se percebessem um ao outro. Acho bem que ele se ‘descole’ disso, como já o referi muitas vezes. Quero vê-lo a desenvolver-se como personagem, e não como metade do corpo ‘FitzSimmons’.

Pequena última menção: ui, a Raina já se tramou! Então afinal que pensava que se ía safar com o Obelisco mas o maléfico do ‘CEO’ da Hydra tem outros planos… 48Horas para lhe entregar o Obelisco. Será que é a Hydra que fia com o Obelisco ou a SHIELD no próximo episódio vai conseguir reaver o artefacto e ainda ajudar a Raina?

Fiquem para acompanhar…

NOTA: 8/10

Joana Pereira.

Visitem a página portuguesa dedicada à série em Agents Of SHIELD Portugal. Basta por um GOSTO, tá?