A Netflix revelou que The Queen’s Gambit bateu um recorde da plataforma. A série de Scott Frank tornou-se na minissérie mais vista do serviço, nos primeiros 28 dias desde a estreia, tendo sido vista por 62 milhões de subscritores.

A série, inspirada na obra literária de 1983 de Walter Tevis com o mesmo nome, foi lançada na plataforma no dia 23 de outubro, surpassando todas as outras no seu primeiro mês, tendo conquistado fãs em todo o mundo. Peter Friedlander, vice-presidente da Netflix Original Series, revelou numa publicação alguns dados sobre a série protagonizada por Anya Taylor-Joy, incluindo um aumento nas pesquisas sobre xadrez no motor de busca Google, visualizações de kits de xadrez na plataforma de e-commerce eBay e de utilizadores na plataforma de jogos online Chess.com.

The Queen’s Gambit retrata a história de Beth Harmon (Anya Taylor-Joy), uma orfã que aprende a jogar xadrez no seu orfanato com o auxílio do contínuo (Bill Camp). Harmon desenvolve as suas capacidades, consagrando-se campeã estadual de Kentucky e enfrentando os maiores jogadores de xadrez russos. A história, segundo Friendlander, pretende refletir sobre a importância da “preserverança”, “família” e de sermos capazes de nos encontrarmos e de nos mantermos fiéis a nós próprios. Harmon luta contra os seus próprios demónios, tendo de lidar com problemas de vício e traumas de abandono, mas nada a irá parar de se tornar numa lenda no mundo abundantemente masculino do xadrez competitivo.

The Queen’s Gambit transformou-se num fenómeno global, tendo Scott Frank conseguido, com o auxílio da sua equipa chegar ao top 10 de 92 países e ao primeiro lugar em 63 desses mesmos países.