Limitless – 01×09 – Headquarters!
| 23 Nov, 2015

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Não é um escritório, é um… Quartel-General!

Este foi um dos melhores episódios de Limitless e, sem dúvida, o melhor filler. Está provado que os produtores conseguem não só trabalhar com várias missões em simultâneo, como, num só episódio, conseguem usar de maneira brilhante praticamente todos os personagens da série. E Eddie/Sands não fizeram nenhuma falta esta semana.

A missão de Brian esta semana é simples… conseguir um Quartel-General (um escritório que diga quartel-general com um ponto de exclamação no fim!) para ele, e poder escolher as suas missões, de modo a tornar as coisas no FBI muito mais divertidas ou ao género de Brian. Resposta da Naz: “Não, não, não!”. Hm, o que será que convenceria Naz? E que tal, em troca, Brian capturar os 10 Mais Procurados do FBI? Ninguém é capaz de recusar uma proposta destas. Acho que quase toda a gente já fez uma pesquisa no Google sobre os 10 Mais Procurados (vocês já fizeram? Se não fizeram acabem de ler primeiro a review e depois tratem disso), apanhar só um deve ser um sonho para qualquer agente, quanto mais apanhá-los todos.

Esta super equipa de intervenção começa apenas com duas pessoas, Brian e Rebecca, o que poderia ser um problema já que a captura destes criminosos tem um prazo de duas semanas. E é então que surge: The Bruntouchables! Brian reúne toda a gente que conhece no FBI para o ajudar: Boyle, Mike, Ike, Casey, James e até Stravos (o homem da limpeza).

Os criminosos foram então divididos pelos vários membros da equipa e cada subplot foi mais divertido que o outro. A separação de Mike e Ike foi hilariante. Calhando a Ike ir para o gélido Ártico, enquanto Mike pôde aproveitar o calor numa piscina de Costa Rica. Quanto ao apático James, infiltrou-se num culto, tendo que ser desprogramado no final (ahahaha). Boyle e Casey tiveram uma perseguição cheia de ação de um dos criminosos, com murros, pontapés e muita pancadaria (pelo menos na versão de Brian). Mas o que foi realmente interessante foi a conversa deles e a preocupação de ambos sobre as habilidades de Brian e o controlo do FBI sobre ele (irão no futuro estar os dois contra Brian?).

Os momentos de Brian e Rebecca também estiveram muito bons (os dois vestidos de caçadores com os pés de cima de um dos criminosos e a cumprimentarem-se com as mãos, o que eu me ri com essa cena). Quem já tinha saudades dos bonecos de Brian? Como o pai dele diz, ele realmente tem jeito para construções e trabalhos manuais. O subplot de Brian também teve mais destaque, pois Lawrence Drake era de facto inocente. E então Brian teve que provar a inocência dele. Pontos positivos principalmente para a parte de Brian usar o NZT para desbloquear o sentido de sinestesia e encontrar Lawrence (Brian, o cão polícia); e também pela cena de Lawrence experimentar NZT. É sempre surpreendente ver alguém a experimentar a droga pela primeira vez. E para alguns comentários que vi sobre Lawrence poder ficar viciado em NZT e assim… ele nem sequer sabia o que estava a tomar, estava demasiado focado em encontrar o assassino da mulher para se preocupar com outras aplicações da droga e, sem falar que uma só utilização de NZT não vicia e não traz efeitos secundários.

No geral houve um verdadeiro sentimento de camaradagem entre os Bruntouchables, que até tiveram direito a t-shirts personalizadas (feitas por Stravos). E a cena final ao género dos créditos de 22 Jump Street foi mais um de vários momentos cómicos ao longo do episódio (alguém notou nos Bruntouchables: Civil War?)

Com tanta coisa que se passou, podia parecer que já não havia tempo para mais nada, mas ainda houve tempo de família para Brian. No jantar de família em casa de Brian, o pai dele praticamente ignorou-o a noite toda e depois nem sequer atendeu nenhuma das suas chamadas, facto provado quando a irmã de Brian foi para casa dele fumar umas “ganzas” e assistir a Game of Thrones (que serão agradável).

Claro que este tipo de missão seria totalmente impossível na realidade, mas foi muito engraçado de ver. Para além de que deu um novo ar aos últimos episódios que se baseavam em casos-da-semana normais. E ainda vimos grande potencial do NZT, principalmente na parte da sinestesia. No final, esta semana temos um episódio bastante forte de Limitless que faz 45 minutos passarem num instante.

Emanuel Candeias

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