Olympo, a nova série espanhola da Netflix produzida pela Zeta Studios, a mesma produtora de Élite, e que se passa num centro de alto rendimento desportivo nos Pirenéus, já não prometia grande coisa e mesmo assim ainda conseguiu ser pior do que eu estava à espera. Confesso que fui ver o primeiro episódio de Olympo só por pura curiosidade e embora seja interessante vermos outros desportos menos habituais a serem retratados, como por exemplo natação sincronizada, as cenas mostradas parecem muito desconexas entre si. Isso acaba por fazer com que a narrativa não pareça muito fluida ou até mesmo coerente. Nisso, Élite conseguia ser bem melhor. Ainda dei uma oportunidade ao segundo episódio, mas o problema persistiu e uma vez que a temporada ainda tem oito episódios no total, não sei se tenciono ver mais algum.