Paradise PD – 01×01 – Welcome to Paradise
| 05 Set, 2018

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Kevin Crawdord é apenas uma criança que, como tantas outras, nutre uma profunda admiração pelo seu pai, que é polícia. Acidentalmente, e enquanto brincava com a arma de serviço do pai, dispara sobre os testículos do mesmo enquanto este está na cama com a esposa.

Kevin cresce para se tornar um homem feito, sempre com o desejo de se tornar polícia um dia, mas o pai acha que tal não é possível, dada a imaturidade e irresponsabilidade do rapaz, tudo por causa do acidente, que lhe custou o casamento.

Mas eis que anos mais tarde e já na maioridade, a mãe de Kevin é a nova Presidente da Câmara e torna-o agente da polícia, contra a vontade do pai. Já na esquadra e uma vez que o pai de Kevin é o chefe da polícia, coloca-o a fazer o serviço de trânsito, enquanto polícia sinaleiro. Atravessando uma fase difícil, a polícia da cidade não tem dinheiro para pagar a mais agentes da polícia, nem tão pouco têm dinheiro para balas e Kevin é o único a quem podem pagar.

Com o aparecimento de uma nova droga, Kevin vai contra todas as regras do pai para mostrar que é capaz de fazer um bom trabalho. Acaba por se infiltrar no seio do grupo que fabrica e trafica a droga. Uma esquadra tão diversa quanto possível, todos os agentes da polícia têm as suas características próprias que os distingue de todos os outros, até têm um cão polícia que, fazendo parte do esquadrão responsável pela apreensão das drogas, é um acérrimo consumidor das mesmas.

Para espanto de todos, Kevin consegue, de facto, desvendar o caso e consequentemente prendem todos os envolvidos no grupo de Terry Two Toes, o cabecilha do bando de malfeitores. Tudo está bem quando acaba bem, o pai de Kevin volta a confiar no filho e consegue um jantar com a ex-mulher, por quem ainda está apaixonado.

Numa altura em que surgem diversas séries animadas, e havendo espaço para todas, é certo, é quase impossível que não façamos comparações. Apesar de ter uma ou outra cena engraçada, Paradise PD peca pelo exagero em determinadas alturas. Não falo especificamente nos palavrões, mas nas cenas explícitas, na minha opinião, não era necessário tanto para ter piada. Mais uma vez, e inevitavelmente fazendo-se comparações, é do conhecimento de todos que as séries animadas fogem ao padrão comum, mas que já nos habituaram à sua forma de ser e, ainda que às vezes nos surpreendam e incomodem em certas cenas, acabamos por as aceitar e continuar a ver. Esta não é com certeza um desses casos, pelo menos não fiquei com muita vontade de continuar.

Ana Galego Santos

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