Qual é o fã de série que nunca ‘perdeu’ nenhum dos seus personagens preferidas? Eu já! Por isso, o que me proponho a fazer é muito simples: mostrar-vos o top 10 das mortes que mais me custaram. Não só pela morte em si, mas também pelo impacto que trouxe à série.

 

1. Tracy McConnell (How I Met Your Mother): Não poderia ter dado este lugar a outra pessoa. É certo que mal a conhecia, mas eu adorava a Tracy e digo com toda a sinceridade que ela era a minha preferida da série. Não vimos a sua morte, uma vez que acontece off the screen, mas nem por isso a chorei menos (e estou a falar literalmente, eu chorei!). Ela não merecia morrer, não depois de eu ter passado aquelas temporadas todas à espera de a conhecer e a pensar que ela fora de facto o grande amor da vida do Ted. Que não foi. A morte dela arruinou completamente How I Met Your Mother para mim e nunca vou perdoar aquela decisão de a ‘matarem’. Nunca mesmo. Passaram meses e ainda não consegui ultrapassar isso.

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2. Sybil Crawley (Downton Abbey): Sempre gostei mais dos pais do que das irmãs Crawley, portanto Sybil nunca foi das minhas preferidas nem coisa que se parecesse, mas a morte que lhe destinaram foi muito triste. Recordem o ‘cenário’ comigo: ela acabara de ter um bebé, parecia tudo bem; a família andava por ali de volta, mas de repente Sybil começa a parecer confusa, rapidamente os médicos declaram que é um caso de pré-eclampsia e que não há nada a fazer a não ser assistirem à morte dela. E parte-me o coração ver aquela mãe e aquele pai (eles sim os meus preferidos) e o marido de Sybil (que devia estar a viver a felicidade de se tornar pai e não a sofrer) assistirem àquilo e perderem-na. E Robert ter de lidar com o sentimento de culpa por não ter dado ouvidos a um dos médicos, em detrimento da opinião de outro. Foi muito triste e horrível.

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3. Mark Sloan (Grey’s Anatomy): Eu adorava o Mark, ele era o meu personagem masculino preferido de Grey’s, já desde há muito, mesmo quando ainda era um man whore. Eu já estava preparada para a morte dele no sentido em que sabia que Eric Dane ia deixar a série, mas não estava preparada para aquilo que vi, para a forma como aconteceu. Não sei, foi estranho vê-lo ligado às máquinas, foi estranho vê-lo no segundo episódio (que cronologicamente acontece antes do primeiro, mas é emitido depois) acordado, mas sabendo que ia morrer… De certa forma, foi como se tivesse morrido duas vezes: quando entrou em coma e basicamente se sabia que o seu estado não se iria alterar e quando morreu de facto, depois de lhe terem desligado as máquinas. E partiu-se-me o coração ver a Callie e o Derek ali com ele, enquanto morria, a tristeza deles por estarem a perder o melhor amigo. Ainda hoje as músicas desse episódio me deprimem como tudo.

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4. Amber Volakis (House M.D.): A personagem pouco me dizia. Basicamente não me dizia nada, mas a morte dela deixou-me completamente chocada. As circunstâncias que a envolveram, que a causaram e a forma como acabou! Foi tão cruel! Acho que nunca um episódio de uma série me tinha deprimido tanto na minha vida. Só o vi uma vez e não tenciono repetir.

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5. Andrea (The Walking Dead): Muita gente odeiava a Andrea, mas eu não. Ok, ela naquela 3.ª temporada merecia um par de estalos por ter decidido armar-se em loira burra e confiado no Governador, mas no final ela já estava a redimir-se e a voltar à ‘antiga’ Andrea. No entanto, ela era (mesmo com as suas falhas) a minha personagem preferida da série. Por isso quando ela morreu, um bocado por culpa da sua própria inocência (estupidez), eu fiquei bastante chateada ou furiosa, como preferirem. Mas a sério, give me a break! Como é que ela não se conseguiu soltar? Eu fiz uma espécie de teste e acho que no lugar dela não teria tido grandes dificuldades em desenvencilhar-me. Andrea, blonde much?

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6. Will Gardner (The Good Wife): Obrigada à minha amiga Daniela por me ter spoilado antes de ter visto o episódio e assim me ter poupado ao grande choque de, do nada e sem eu fazer a mínima ideia, ter de assistir ao meu querido Will a morrer! Como raio é que eu me lembraria de imaginar que um julgamento correria mal e ele fosse atingido? Nunca teria suspeitado. Ele era o meu preferido da série e tive imensa pena que tenha morrido. Mas tivemos um excelente episódio e o seguinte também. But the show must go on e The Good Wife continua a ser uma grande série mesmo sem o meu favorito.

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7. Sara Tancredi (Prison Break): Calma! Eu sei que ela não morreu mesmo, mas durante bastante tempo fiquei ali a pensar que sim. Quer dizer, havia uma cabeça cortada, portanto para todos os efeitos… Não interessa. Eu gosto de personagens femininas mesmo em séries com um elenco cheio de homens e Sara era fixe. Não era uma personagem fantástica nem nada, mas eu gostava dela e não me agradava a história de ter morrido para não denunciar Michael. E quando ela voltou e apresentou aqueles sinais de tortura, ‘tadinha.

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8. Edie Britt (Desperate Housewives): A Edie era o riso total! Era a minha preferida das donas de casa e com a morte dela a minha suspeita era que a série se tornaria um grande aborrecimento para mim. E sejamos sinceros, Edie era completamente hilariante! Foi uma pena ter morrido e os homens de Wisteria Lane certamente concordam comigo. Aposto que mais nenhuma mulher lavou o carro em biquíni como Edie fizera.

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9. Dana Fairbanks (The L Word): A Dana não era das minhas preferidas de The L Word e como personagem, a morte dela não me afectou muito, mas a forma como aconteceu foi triste. Vê-la ficar doente, lutar contra a doença e depois sucumbir a ela… Essa parte é sempre deprimente. Tinha sido tão melhor ser a Jenny a morrer assim!

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10. Mark Greene (E.R.): O Dr. Greene já não é bem dos meus tempos de ver E.R., ou pelo menos eu não me recordo muito bem dos seus tempos no activo. Lembro-me sim da mulher dele, de quem eu gostava muito e que tinha um sotaque fantástico. Também não me lembro de pormenores sobre o percurso de Mark enquanto doente, mas apesar de ter sido há muitos anos, ainda me lembro bastante bem do episódio em que ele morreu. Assim de repente, foi a primeira morte a que me lembro de assistir numa série e que me deixou afectada.

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E vocês, têm alguma morte marcante a acrescentar?

Diana Sampaio.