Matador – 01×01 – Quid Go Pro
| 28 Jul, 2014

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One-liner: Um agente da DEA é recrutado pela CIA para fazer um trabalho de espião infiltrado como jogador de futebol numa equipa de topo em L.A., em troca de libertar o seu irmão da prisão.

Ora bom, vamos lá rever este episódio. Devo-vos confessar: este estilo de série não é o meu forte, mas para quem gostar começo já com uma boa notícia – já ouviram dizer que Matador mal estreou foi renovada? Pois é! O episódio/série trata de um agente da DEA, Tony Bravo, que é recrutado pela CIA para se infiltrar numa equipa de futebol – LA Riot – depois de a agência ter testemunhado uma perseguição de Tony Bravo a um criminoso, onde ele corre muitíssimo rápido, mesmo depois de ter estado uma tarde inteira a beber shots de tequila.

Aparentemente isto despoleta uma motivação para o chamarem e assim fazem. Claro que o cliché de ‘recrutamento’ da CIA não podia descurar e ele é praticamente forçado a ir à base deles para o debriefing. Após ser forçosamente levado a concordar, os agentes responsáveis por ele – uma loura platinada e um frustrado céptico – explicam-lhe a missão e apresentam-lhe a equipa dos LA Riots. Dizem coisas ridículas como ‘You’re not here to shoot guns, you’re here to shoot goals’. Tony Bravo lá concorda, claro a troco do suborno dos seus ‘handlers’ de ajudarem o irmão dele, que está na prisão, a sair em liberdade condicional.

Como é óbvio, ele vai aos treinos dos LA Riots e ganha a sua alcunha de Matador depois de ter lesionado um dos jogadores mais temíveis da equipa – um bárbaro monstruoso com ar de viking – e dessa proeza se ter tornado viral. Nem vou pegar muito pelo ridícula que é a equipa de futebol dos LA Riot. Um dos melhores jogadores é-o porque é dançarino? Meu deus. Eu que não sou a maior apreciadora de futebol tive vontade de chorar. Se forem fãs, não vão gostar! Mas os americanos gostam destas coisas europeias, aparentemente.

Tony Bravo fica na equipa, procede na sua missão de roubar dados do telefone de um drug lord na festa de recepção aos novos membros da equipa. Claro que depois da sua proeza de Matador, Tony é convidado a ficar na equipa permanentemente (para a época) e a CIA decide que é uma boa ideia mantê-lo lá para uma missão de investigação mais profunda. Matador mostra-se uma série, na minha opinião, fraquinha. Estas coisas à James Bond meets Cristiano Ronaldo não dão para mim: é como vos digo, mesmo não sendo grande fã de futebol, a barbaridade dos americanos na caracterização futebolística da série dá-me ânsias. Já disse isto noutro contexto, mas Bollywood fazia melhor trabalho. Não sei se terá algum sucesso particular mas, hey, a El Rey Network já a renovou, certo? Vamos ver. Quer-se dizer.

 

Nota: 3/10

Joana Pereira.

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