Amy AckerA nossa actriz escolhida de hoje é a  bela Amy Acker! Nascida a 5 de Dezembro de 1976, a actriz americana, de agora 37 anos, já nos deu grandes contributos em séries muito conhecidas. Fiquem atentos para conhecerem mais sobre o seu percurso. Aqui vamos nós!

Antes de mais, é importante dizer que Amy é Texana! Nasceu em Dallas, Texas formou-se em teatro e Artes do Espetáculo e trabalhou no teatro durante vários anos. Estreou-se na televisão na temporada de 1998/1999, num episódio da mini-série “To Serve and Protect”, onde contracenou com James Franco. Entrou também em alguns episódios da série “Wishbone”.

Em 2001 participou na curta-metragem “The Accident”, ao lado de Sarah Clarke – que devem reconhecer de “Covert Affairs” ou “The Tomorrow People” – e entrou também num episódio da série “Special Unit 2”. Foi uma das conquistas de Leonardo diCaprio no filme “Catch Me If You Can” e entrou em “Groom Lake” em 2002.

Mas o primeiro grande passo para o sucesso de Amy Acker deu-se em 2001 quando entrou para o elenco da 2ª temporada da série de culto “Angel”, o spin-off de “Buffy”, e onde se manteve até à 5ª e última temporada. Amy encarnou Winifred ‘Fred’ Burke e mais tarde tornou-se Illyria. Fred Burkle era um dos membros da Angel Investigations e, mais tarde a directora da Wolfram & Hart’s Science Division. Era basicamente o cérebro científico da série. Na 5ª temporada, Fred morre e o seu corpo é hospedado por um demónio de nome Illyria.

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Com o final de Angel, não demorou muito até Amy arranjar outras séries onde brilhar. Fãs de “ALIAS: A Vingadora”, lembram-se do papel recorrente que Amy teve na série? Pois é, Amy Acker deu vida à vilã Kelly Peyton durante 13 episódios da série de Jennifer Garner.

Entre 2005 e 2006 Amy fez participações especiais em “Supernatural” e “How I Met Your Mother”. Lembram-se dos episódios? Também foi um dos fantasmas de Melinda num episódio de “Ghost Whisperer” e participou também em “Law & Order: Criminal Intent” no mesmo ano em que entrou na mini-série Drive (TV series), como Katheryn Tully.

Entre 2008 e 2009 dedicou-se mais aos filmes, tendo entrado em “A Near Death Experience”, “Fire & Ice” e “21 and a Wake-Up”, um filme que é tido como aquele que mais fielmente retrata as mulheres na guerra, mais concretamente na Guerra do Vietname.

Com “Dollhouse” ganhou mais uma convicta legião de fãs. A série pode não ter durado muito, mas tornou-se muito amada pelos fãs. Amy interpretou a Dra. Claire Saunders, responsável por tratar dos danos e lesões físicas das Dolls.

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Com o decorrer dos eventos da série, Saunders percebe que ela própria não passa de uma doll, que antes ela era Whiskey, a mais requisitada pelos clientes da Dollhouse. Mas que após a sua morte pelas mãos de Alpha, Topher, o géniozinho lá do sítio, decide imprimir-lhe uma nova identidade, a identidade do antigo médico da casa, Dr. Saunders.
A sua personagem acaba por ter um papel importantíssimo na série, e para não spoilar ninguém, dizemos apenas que é das personagens com mais impacto emocional da série. Não concordam?

Com o final da sua participação em “Dollhouse”, Amy entra em episódios de “Human Target”, “The Good Wife” e “No Ordinary Family”, em 2010.

Ainda no mesmo ano, entrou nos 8 episódios da série de mistério “Happy Town”, onde deu vida a  Rachel Conroy. “Happy Town” conta a história de uma pequena vila, aparentemente perfeita, onde reaparece um lendário assassino em série – Magic Man.

Nos últimos anos, fez participações especiais em “Once Upon A Time”, “Warehouse13” e “CSI: Crime Scene Investigation”, bem como a protagonização do filme “The Lord of Catan”.

Já este ano, entrou num episódio de “Agents of S.H.I.E.L.D.”, onde interpretou Audrey Nathan, a violoncelista e o amor da vida de Colton.

Mas o actual sucesso da carreira de Amy Acker está em “Person of Interest“, onde encarna Root, a.k.a Miss Groves, a interface analógica da Máquina.

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Root foi provavelmente a personagem com maior evolução desde o início da série. Sendo inicialmente apenas a hacker sem escrúpulos que procurava incessantemente o paradeiro da Máquina e dificultava a vida aos nossos heróis Harold e Reese, Root tornou-se o elo mais importante entre a inteligência artificial e o seu criador, sendo crucial em muitas situações e indispensável à série. Assim, Amy foi rapidamente promovida de papel recorrente a elenco principal.

E claro, não podemos falar de Root sem falar de Shaw. Esta dupla feminina tem mais dinâmica e força que Rizzoli e Isles (perdoem-me fãs, mas é verdade!). Desde a promoção de Amy Acker e Sarah Shahi ao elenco principal, o nível de acção e diversão da série subiu exponencialmente. Opinião pessoal aqui do Staff, mas que acreditamos não ser só nossa.

E por hoje nos despedimos de mais uma rubrica!

Fica a sugestão de mais 3 bons filmes nos quais Amy entrou:
“Much Ado About Nothing”, “Let’s Kill Ward’s Wife” e “The Cabin in the Woods”. Já viram algum?

Até para a semana!

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